1. Sou novinha e muito bem casada, mas o corno já sabe que o nosso vizinho caralhudo é a cara do GABIGOL


    Encontro: 31/05/2021, Categorias: Fetiches talarica, talarico, fura olho, Mulher do Amigos, esposa do Amigos, Tensão Sexual, Incesto piranha, trintão, caralhudo, Traição / Corno adultério, Voyeurismo casal liberal, liberal, Casal, Trio, em grupo, Puta atleta, gabigol, Flamengo, flamenguista, Futebol, jogador, jogador de futebol, Cafuçu, Vizinho, BDSM Novinho, Primeira Vez / Adolescentes Esposa Ninfeta, dominadora, esposa dominadora, Casados, Casado, Casada, marido submisso, Submissão, corno manso, Heterossexual Autor: André Martins, Fonte: CasadosContos

    O meu nome é Amanda, tenho 20 aninhos e sou uma mulher alta e corpuda, das coxas grossas, rígidas e com um rabão farto e empinado, que preenche qualquer tipo de roupa, principalmente as calças leggings, que são minhas preferidas pra vestir. Pele morena de sol, parda, olhos castanhos, cabelo vermelho e longo, com franja na testa e sorriso simpático. Dizem que tenho cara de atriz pornô, mas eu super levo isso na esportiva e tiro como se fosse um elogio bruto. Fisicamente, já escutei que lembro um pouco a MC Pocah e até concordo com isso, pois tenho uma beleza bem cigana e indígena mesmo. Não tenho muito peito, confesso, mas minha cintura fina, sinuosa e a proporção das curvas das ancas e da bunda com certeza chamam atenção. Já ouvi de vários caras com quem saí que sou a típica cavaluda e sempre achei essa ideia muito excitante e sexual, porque, falando bem sincera, eu me vejo como ninfeta desde que tinha 18 aninhos, não apenas por ser viciada em sexo, mas principalmente quando ele é sujo, quero dizer fácil, rápido e sem muita enrolação. Resumindo, eu AMO uma putaria não planejada! Mas apesar disso tudo, já tenho marido, mesmo tendo só 20 aninhos de idade. Normalmente as pessoas julgam quando conto, mas é que, quando conheci o Cássio, na época melhor amigo do meu pai, fiquei apaixonada logo de cara pelo jeito de macho safado e que é putão na encolha, sem ninguém nem perceber o quão gostoso o cara pode ser. Resultado: acabei liberando a bucetinha e deixando ele tirar o meu cabaço, sendo esse o melhor sexo que já tive até hoje na vida. Tudo era meio escondido do meu pai, porque na época o Cássio ainda era casado com outra mulher e achou melhor se separar dela pra morar comigo em outro lugar, longe de nossas famílias e dos conhecidos. Meu marido é um marmanjo de 38 anos, alto, da pele bronze, mais ou menos peludo e os ombros largos, com o meio do peitoral dividido. Porte físico de ex-militar, relojão de pulso, cordão de São Jorge no pescoço, ombro tatuado, só usa chinelo de dedo, tem as panturrilhas cheias de pelos, é brincalhão, sorridente, aquele cara que tanto as mulheres quanto os outros caras curtem estar perto, porque ele nunca perde a graça, nem a cerveja na mão. Barba fechada e cerrada no rosto bruto, porém o sorriso sempre presente. Esse é o Cássio, meu marido.
    
    A vida do lado dele sempre foi muito liberal e sexual. Meu maridão gostava de me ver com outras mulheres e eu também tinha esse lado livre, que casava bem com o jeito putão e ao mesmo tempo romântico dele, sempre fazendo de tudo por mim, talvez por isso nosso encaixe tenha funcionado tão bem e dado tão certo. Nossa intimidade era tamanha, que ele até me contava quando tava galudo em outra mulher, e eu falava pra trazê-la aqui em casa, para conhecermos melhor. Às vezes eu também trazia algum amigo e ele se amarrava em ficar sentado na cadeira, vendo eu me divertir com o entregador de gás, com o açougueiro do mercado, que era um de seus melhores amigos, com o novinho do lava jato do ...
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