1. Minha manhã com os vizinhos


    Encontro: 07/06/2021, Categorias: gozada na boca, Oral dp, Anal Grupal Autor: Duda, Fonte: CasadosContos

    Já que gostaram tanto do meu conto anterior, me empolguei em escrever.
    
    Como disse no meu conto anterior, nesses últimos anos estou sobrevivendo como dá, sendo instagrammer e promoter, e por conta da quarentena, dependo quase 100% do insta.
    
    Tem uma joalheria para quem faço algumas fotinhas e filmagens de vez em quando e, para minha sorte, eles queriam fazer alguns posts em meu perfil. Eu gosto de acordar tarde mas nesse dia levantei bem cedo para arrumar o cabelo e fazer uma maquiagem sem pressa. O único pedido deles era que suas joias aparecessem em contato direto com a pele por isso tive a brilhante ideia de me vestir apenas com uma lingerie preta e, para valorizar meus atributos físicos mais ainda, vesti uma meia calça 7/8 com direito a cinta-liga e tudo.
    
    Tirei algumas dezenas de fotos com as mais variadas bijuterias e em tudo quanto foi posição e mandei as que achei melhor para meu cliente escolher.
    
    Nesse ínterim, a campainha toca.
    
    Vesti um roupão e fui até a sala. Olhei pelo olho mágico e o que vejo? Nada. Estranhei. Um segundo depois, uma figura afasta-se da porta e pude reconhecer o neguinho safado, no meio do corredor, acenando com a mão para mim. Abri a porta e antes mesmo de eu perguntar qualquer coisa, ele tomou a palavra:
    
    – E aí, putinha!
    
    Dei-lhe uma encarada de cima a baixo e retruquei:
    
    – O que você, quer, Fer? Não tô com tempo pra ficar brincando com você agora!
    
    Ele me olhou com sua cara de negro malandro e disse:
    
    – Você quem sabe, Duda! Mas vou perguntar aqui pelos outros apartamentos para ver se alguém conhece uma tal de Dudinha que faz programa.
    
    Aquele sorriso branco e brilhante me encheu de raiva mas tive que abrir a porta para ele entrar.
    
    O folgado foi logo se atirando no sofá e perguntando:
    
    – E onde é que a princesa vai tão arrumadinha assim?
    
    Respondi:
    
    – A lugar nenhum!
    
    Rindo, ele falou:
    
    – E quem é que fica em casa toda maquiada assim e com esses brincos grandes desse jeito?
    
    Dei de ombros, no que ele ordenou:
    
    – Abre esse roupão aí!.
    
    – Cê tá louco? – respondi.
    
    Ele soltou uma gargalhada e disse:
    
    – Não paga de santinha não, piranha! Já comi seu cu. Cê não tem moral nenhuma aqui mais!
    
    Esse é o tipo de argumento que sempre me quebra. Abri o roupão e o safado soltou um sonoro:
    
    – Puta que pariu! Que gostosa do caralho!
    
    Eu tava até de cinta liga e meia calça e o Fernando ficou doido.
    
    – Nunca enrabei uma vagabunda de cinta liga!
    
    Respondi na lata:
    
    – E nem vai. Ainda tô dolorida!
    
    Ele foi abaixando as calças e me mandando mamar o negão. Falei para irmos para o quarto pra não fazer bagunça na sala. Quando entramos ele caiu na gargalhada, igual o seu João tinha feito quando entrou (depois conto esse conto) e ficou me zuando por ter um quarto todo rosinha. Acho que vou ter que mudar a decoração. Ele virou e me agarrou, me beijando, arrancando meu roupão e enchendo as mão no meu rabo. Tenho que dar o braço a torcer, o moleque beija bem pra caralho! Logo ele ...
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