1. Descobrindo o meu gostinho (1/3)


    Encontro: 08/06/2021, Categorias: Voyeurismo Vaginal, Anal Oral Incesto Masturbação Heterossexual Autor: Maria Clara, Fonte: CasadosContos

    A partir daqui, meu nome será Clara. Pelo menos vamos supor isso. Pode ser?
    
    Já tenho certa idade. Não sou modelo, mas tenho beleza, digamos assim, natural e acima da média pra esta fase da vida. Minha família veio da Itália e isso me garantiu seios generosos. Pele clara, cabelo cacheado marrom na altura dos ombros. Usados os produtos corretos, estão sempre cacheados. Bastante ocupada, acabei desenvolvendo grau de sedentarismo tal a me garantir falso bumbum grande. É gordura, eu sei, mas se uso calças jeans ou leggings, disfarça bem e garante olhares famintos. As coxas acabaram engrossando também; a barriga foi pouco pra frente, mas a cintura ainda está fina. Espero ficar assim. Houve grande influência destes quilinhos a mais no meu divórcio, o qual não vou dar muitos detalhes. Sou divorciada, mãe solteira, ponto final.
    
    Minha filha, Amanda, é minha cara. Assim escuto. Do cabelo cacheado ao falso bumbum escondido na calça do uniforme escolar. Pouco mais baixa e obviamente muito mais bonita, com a jovialidade escapando pelos poros. Já tem namorado, ainda bem.
    
    Hoje vou contar como descobrir ser gostosa, da maneira mais diferente possível rsrsrsrs.
    
    Eu estava no banheiro, frente ao espelho, procurando beleza nos meus muitos anos de vida. O sutiã novo me caiu bem. Bem o bastante para eu me permitir uns minutos de vaidade. O rosa choque contrastava com minha pele clara. E eu ri. Ainda sou um caldo, pensei comigo. E beijei meu seio com alegria.
    
    Ao sair, vejo o namorado de Amanda à porta. Ao me ver ele desviou o foco para outro lado e saiu andando. Fiquei intrigada, mas não tive tempo de raciocinar, pois logo em sequência a garota veio correndo, me deu dois selinhos em vez de um (nos despedimos assim desde quando ela era bebê). Berrou tchau os dois foram para a escola, antes de ouvir resposta. Ainda cabreira, fui ao quarto continuar a faxina.
    
    Abri a porta. E a bagunça estava de fato lá: notebook atirado na cama, roupas pra todo lado, inclusive as sujas e poeira. Muita, muita poeira. Comecei a varrer quando a vassoura puxou, junto ao cisco, camisinha usada. De debaixo da cama à minha frente. E eu me assustei. Fiquei pasma! Amanda ainda é minha bebezinha! Esse filho da puta está comendo minha bebezinha! E me peguei chorando, com a camisinha usada na mão. Sentei. Chorei bastante. Quando, de repente, ouço gemidos bem baixinho.
    
    De onde 'tá vindo isso? Pensei comigo. E como mágica, virei o rosto em direção ao notebook semifechado na cama, carregando na tomada e fones de ouvido conectados. Decidi colocar os fones. Gemidos. Gemidos de puta. Era filme pornô, com certeza. Os dois, além de foder escondidos e sem escândalo, ainda saíram na pressa. Se esqueceram de desligar a merda do computador. O abri no impulso. Careca tatuado enfiava piroca enorme na bunda de coroa sorridente. Fazia com força e velocidade. Ela gemia e falava blábláblá em inglês. Gritou e eu tirei os fones com medo de os vizinhos ouvirem. Estava com raiva e gritei cala a boca ...
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