1. Minha realidade nua e crua aos 7


    Encontro: 08/06/2021, Categorias: Estupro Gay / Homossexual Primeira Vez / Adolescentes Autor: Mizza, Fonte: ContosEroticosCnn

    Sempre fui um garoto muito imperativo sabe?! Sempre danado e brincalhão, no meio da minha família é claro, pois sou extremamente acanhado perto de estranhos ou de pessoas que não tenho uma intimidade grande. Bom um dos momentos mais marcantes da minha vida, com certeza, foi minha infância. Quando estava com 7 para 8 anos minha mãe começou a me deixar frequentar uma lan house atrás da rua onde moro. Como ela sempre foi super protetora, mal tinha permissão para sair para lugares que ficassem longe da sua vista. Naquela época meu corpo era bem franzino, meu cabelo era liso e bem preto, peteados para baixo, de pele morena. Bem no dia em que foi na lan house à primeira vez, cheguei lá bem animado. Nem sabia direito o que eu iria fazer, só queria mexer nos computadores mesmo. Entrei lá, dos três computadores que tinham ali, o único livre era o do meio, no canto da parede estava o primo de um vizinho meu, o Anderson. Nunca fui de falar muito com ele, já disse uns oi, ou fiquei perto dele em quanto alguns amigos da vizinhança estavam reunidos, mais nada demais. Entreguei os 25 centavos (que eram 15 min no computador na época) e entrei para sentar na cadeira. Quando me aproximei, sem maldade nenhuma, olhei para a tela do pc do Anderson. Meu coração bateu bem forte, achei até que alguém poderia escutar ele. Quando vi que na tela, estava passando um vídeo de adulto virei logo a cara e me sentei. Era a primeira vez que tinha visto algo assim. Olhei para a tela do meu, mais sempre olhava de canto de olho para a tela de Anderson. Em uma das vezes que olhei, ele me viu. Riu baixinho e me encarou por alguns segundos. Anderson era grande já, acho que ele tinha uns 17 anos, moreno, mais moreno que eu. Cabelo curto, ele tinha uma boca grande de lábios grossos e marrons, ele era alto, aparentemente de forte mais não malhado. Era um menino extremamente corpulento, pernas grandes, braços grande e mãos grandes, a palma de sua mão era quase maior que minha cabeça. Neste dia ele estava de short jeans e blusa branca, com um boné vermelho de aba para trás. Ele olhou novamente para mim e sorriu com o canto da boca. Os lábios grossos dele o deixam com cara de mau, pelo menos eu achava. Mais quando ele achava muita graça os olhos deles fechavam, como se tivesse sorrindo junto com a boca. Mais tinha algo no sorriso daquele dia que deixou meu coração disparado. Não sei se foi pelo vídeo que vi ou por ele está de vez ou outra me encarando. – Acabou o tempo Anderson – disse o homem responsável pelos computadores. – Beleza seu José. – O homem entrou dentro de casa. Anderson fechou todas as abas do PC abertas e foi levantando-se. Olhei para ele, ao vê-lo em pé era impossível não reparar no volume em seu short, começava grande no meio de suas pernas, por baixo do zíper, e ia se direcionando para cima de sua perna direita. Ele cobriu o volume com a blusa e saiu pegando na minha cabeça. – Valeu man, depois nós se fala. Desde de aquele dia meu coração se acelerava quando eu o via. ...
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