1. Com a mulher do meu cunhado de novo, finalmente.


    Encontro: 10/06/2021, Categorias: Heterossexual Autor: rodf, Fonte: ContoErotico

    ... “Rô, eu preciso falar contigo. Vamos esperar o momento certo, ok? Para não dar problema, mas tem a ver com aquilo em Brasília”. Acenei com a cabeça que sim, que esperaria. E saí da cozinha ciente de que Ludmila estava a fim. A partir daquele momento, ficaria ligado nas oportunidades.
    
    Três dias se passaram dentro de total normalidade. Tanto Ludmila quanto minha sogra se comportavam com naturalidade comigo, tudo seguia bem.
    
    Até que no quarto dia, logo cedo recebi um recado da síndica de meu prédio, pelo whats, que dois andares acima do meu tinha acontecido um vazamento grande de água, que no apartamento acima tinha infiltrado bastante e que seria bom darmos uma olhada no meu.
    
    Estávamos todos no café, por volta de 8h da manhã e dei a notícia que teria que ir até o centro para resolver aquilo. Depois de menos de um minuto, Ludmila, na frente de todos, perguntou se não poderia ir comigo, pois estava precisando mesmo passar na casa deles para pegar algumas coisas que estavam faltando para as crianças. O mais engraçado é que todos concordaram que seria bom eu e ela irmos juntos em um carro só e deixarmos o outro para eles, caso precisassem para alguma coisa. Sem acreditar na cara de pau de Ludmila, terminei de me arrumar e em menos de 15 minutos estávamos os dois no carro, rumo ao centro de Florianópolis, sozinhos.
    
    Nem bem virei o carro na esquina, nossas mãos imediatamente se procuraram e quebrei o gelo perguntando para ela o que estava acontecendo. Ela enquanto alisava com as duas mãos a minha mão direita, respondeu: “Rô, olha só, eu estou com muitas saudades do que aconteceu em Brasília. O teu cunhado não transa comigo desde o início da pandemia, quando tentamos ele não consegue ter ereção e não está querendo ir ao médico. Eu não aguento mais de vontade e só confio em ti. Se topares fazer as coisas bem escondidas, eu quero retomar o que começamos em Brasília”. Já com o pau estourando dentro da bermuda, enquanto ela não soltava minha mão, respondi que eu também tinha saudade e que faríamos tudo sem afobação, ninguém iria saber ou desconfiar.
    
    Durante quase todo o percurso ficamos de mãos dadas, fazendo carinho um no outro e chegamos sem demora para ver se realmente o vazamento tinha chegado ao meu apartamento. Ao abrir a porta, de cara deu para perceber que realmente o vazamento tinha infiltrado até o teto da cozinha. Mas não era nada de mais, apenas uma mancha de uns 30 cm, amarelada, que era só esperar secar e depois passar uma mão de tinta.
    
    Contudo, resolvi mandar um whats para Gabriela, dizendo que tinha infiltrado sim e que iria esperar o zelador do prédio chegar para avaliarmos o que fazer, até para justificar uma demora em voltarmos para a praia.
    
    Estava na cozinha digitando a mensagem e quando me virei para a sala, na direção do sofá, Ludmila já estava completamente nua, deitada sobre a colcha que deixamos para proteger o sofá, com as pernas semiabertas e me perguntou, quase que suplicando, murmurando: “Rô, vem me chupar?” ...