1. Minha Deusa de Ébano no Carnaval:


    Encontro: 21/07/2021, Categorias: Esposa biquíni, samba, Nudez, Exibicionismo Incesto Traição / Corno Carnaval, Heterossexual Autor: Juarz e Janete, Fonte: CasadosContos

    Saímos por volta das nove da noite, eu, Janete, minha prima Idália e seu marido Marcos. Passeamos um pouco pela pequena cidade em busca de diversão. Janete estava vestindo a mesma bermuda jeans apertada e camiseta de antes e Idália estava de mini saia rodada e só com o top do biquíni que quase não aguentava segurar seus enormes seios, eu tinha a impressão que á qualquer momento a alça ia arrebentar e aquilo tudo iria cair até o chão levantando poeira.
    
    Idália era uma mulher muito bonita, bem branca, loira, quase ruiva, possuidora de uma bunda grande mas sem ser arrebitada como a de Janete e seios fartos, apesar dos dois filhos ela ainda tinha um corpo bem feito e muito desejável. Ao contrário de Janete, Idália não tinha a pele lisinha, era um pouco gordinha, tinha celulites na bunda e dava pra perceber os pelos que cresciam em suas pernas mas, mesmo assim, ela era bem gostosa e dava até pra perder uns minutos bem longos com ela.
    
    Após conversarmos com algumas pessoas em lanchonetes e lojas, nos dirigimos para um salão de baile que, diziam, era muito bom. A entrada era um pouco salgada o que me deixou mais tranquilo pois isso queria dizer que ali não era ambiente pra qualquer um. Dentro do salão tudo era bonito e luxuoso, a música era alta e ensurdecedora. Tocava antigos sambas de carnaval e o povo já se empurrava no meio do salão. Um garçom muito educado nos levou até nossa mesa então, éramos detentores da magnífica mesa plástica de quatro lugares identificada pelo número doze, colocamos as cadeiras todas voltadas de frente para o salão pois nenhum de nós queria ficar de costas pra festa. Após algum tempo conversando e bebendo, Idália dando um gole em sua cerveja, pegou Janete pelo braço e chamou-a pra pular junto com os outros foliões. Janete me olhou e chamou-nos pra acompanhar, eu disse que ficaria pra terminar minha cerveja o que Marcos concordou e as duas correram pro salão.
    
    ***
    
    “Aquela puta branquela fez por querer, ela saiu quase nua conosco, tive certeza de que ela queria dar em cima do Juarez que se engraçava todo com ela, nem respeitava o marido bobão ao seu lado. Não entendi quando a murchenta da Idália me puxou pra dançar deixando nossos maridos sozinhos na mesa. Ela me abraçou pela cintura e saímos pulando acompanhando o movimento da folia. Alguns homens nos cercaram, abraçaram Idália de um lado e eu do outro e, pulávamos todos juntos. Reparei que haviam muitos mais homens do que mulheres e mesmo assim, as mulheres estavam todas acompanhadas. Nesta hora tive a ideia de testar a biscate de bunda murcha e meti a mão no rabo dela de baixo pra cima tentando fazer ela pensar que havia sido um dos homens atrás dela e testar sua reação. Quando toquei-lhe nas nádegas, pude sentir que eu não estava errada, sua bunda era mole e estranha, parecia que eu estava passando a mão num queijo molenga e rançoso. Imediatamente, Idália olhou pra trás, encarou o rapaz logo atrás dela e sorriu com a cara mais safada do mundo. Essa piranha, não ...
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