1. Eu e meus colegas fodendo a mãe do amigo.


    Encontro: 09/09/2021, Categorias: Masturbação com os colegas do colégio, Incesto do Amigos, Filme pornô, Trabalho, erva, Incesto Grupal Heterossexual Autor: Geovanebahia, Fonte: CasadosContos

    Por precaução e discrição não direi a cidade exata onde estou, apenas que moramos no estado da Bahia e me chamo Geo.
    
    Em 2004 Dida, Gago e eu cursávamos a Sétima Série, como contava antigamente. Tínhamos um trabalho em grupo de 5 pessoas, porém 2 de nossos colegas não puderam participar por ser uma sexta à tarde e eles trabalhavam.
    
    Como Gago morava só ele e a mãe, resolvemos que seria lá por ter mais silêncio e privacidade, já que a mãe de Gago era uma velha de quase 60 anos e adorava bater perna.
    
    Foi nessa onda de ficar os 3 sozinhos em casa que a putaria começou.
    
    Após o trabalho concluído, disse Gago:
    
    - Aluguei um pornô aqui, se tiverem afim de assistir....
    
    Nós do interior ainda alugávamos DVD naquela época. Kkkkkkk...
    
    A gente como era muito ousado e gostava de uma boa putaria, Gago colocou o DVD, bolamos e acendemos um baseado e sentamos no sofá pra assistir. A TV ficava numa outra sala sem sem a de visita. A putaria começou rolar solta e daqui a pouco já estávamos com muito tesão enquanto assistíamos e dividíamos o baseado. Apertávamos nosso pau por cima da bermuda, um via o outro excitado mas ninguém colocava o pau pra fora pra bater punheta. Minha rola já tava doendo de tão duro e tanto tesão.
    
    Como sempre, o primeiro que botava o pau pra fora incentivava psicologicamente o restante, e assim aconteceu. Gago mesmo foi o primeiro, colocou o pau pra fora e começou descascar mandioca. Não deu outra, Dida e eu fizemos a mesma coisa.
    
    Estávamos à vontade batendo uma boa punheta num tesão do caralho e assistindo um pornô americano quando a porta se abre. Imediatamente Dida e eu colocamos o pau pra dentro. Dida foi mais rápido porque estava com uma bermuda de tecido e só fez abotoar e colar aquele negócio que não sei o nome, mas que não é zíper, porém o pau dele ficou bem visível por cima da bermuda já que era de tecido fininho. Eu abotoei minha bermuda mas o zíper não queria subir e ficou aberto, mas meu pau murchou logo.
    
    - Relaxa rapaziada! É mainha que chegou. - Disse Gago.
    
    Que relaxar que nada. A gente ficou ali mas ficamos sem graça e sem saber o que fazer.
    
    A mãe de Gago entrou, passou pela gente, nos cumprimentou, olhou pra TV e só falou:
    
    - Ah rebanho de viciado! - E seguiu para a cozinha.
    
    Gago continuou de boa, na bronha dele.
    
    - Qual foi cara? Tá maluco? Tua mãe chegou, doido! - Disse Dida, abismado, e eu mais abismado ainda.
    
    - Relaxa, parceiro! Tu acha que os pais de vocês também não sabem que vocês batem punheta!?
    
    - Rapaz, uma coisa é eles saberem, outra coisa é eles verem. - Disse Dida.
    
    Eu ficava mais calado, cheio de vergonha.
    
    A mãe de Gago passava momento ou outro e Dida e eu nem sabíamos o que fazer. Meu tesão já tinha ido pra casa do caralho.
    
    - Olha pra isso, mãe, os caras tavam descascando uma e ficaram com vergonha porque você chegou.
    
    - Que bando de moleque besta. Até parece que não sei o que é rola e que vocês batem punheta. - Disse a coroa.
    
    Foi o jeito a gente ...
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