1. Fui vítima de um mostro sádico estuprador


    Encontro: 14/09/2021, Categorias: Estupro tortura, Sequestro, Heterossexual Autor: Marcela Araújo Alencar, Fonte: CasadosContos

    Fui vítima de um mostro sádico estuprador
    
    Conto nº 11 – De Marcela Araújo Alencar
    
    Naquela sexta-feira tinha combinado com Alfredo ir me buscar para jantarmos num restaurante e depois irmos para o motel Estrela do Noite, o nosso preferido. Eu o esperaria na estrada do prédio de Sueli, minha melhor amiga. Tinha falado com mamãe que iria a um cinema com minha amiga e depois iria dormir na casa dela. Sueli já estava costumada a ser a ser meu “cobertor” quando eu dava meus pulinhos com Ernesto. As vinte horas, subi até o apartamento de Sueli, fiquei uns minutinhos, um breve papo com ela e com a sua tia, que morava lá e que também estava a par do nosso trato, como dependia da sobrinha financeiramente, me ajudava na trama, isso caso mamãe resolvesse telefonar para ela, caso muito raro.
    
    Alfredo, era meu chefe no escritório na empresa onde trabalhamos, fez que outra saiamos juntos para transarmos. É um cara casado, com quarenta e nove anos e como sua secretaria, aceitei fazer sexo com ele porque me prometeu e cumpriu um excelente aumento de salário e costuma me presentear com alguns “abonos”, dizendo que era por minha “ eficiência” como sua secretária. Acredito que ele não faz nada de mais, pois e aos dezenove anos, sei que sou gostosa pra caralho e não é falsa modéstia, pois é isso que ouço dos caras, tanto dos colegas da faculdade e dos homens em geral. Sou ruiva de olhos azuis e uma comissão de frente” e um “para-choques”, bastante cobiçados. Não sou nenhuma promiscua vadia, mas sou livre, desimpedida e confesso, sou muito fogosa e quando fico om um cara, sou sempre fiel a ele.
    
    Entretanto, nesta noite, o que aconteceria comigo, veio marcar minha vida para sempre. Esperei a ligação de Alfredo, conforme combinamos, para descer e o esperar em frente ao prédio. Com efeito, as 20:20, ligou, dizendo que em dez minutos chegaria para me pegar. Me despedi de Sueli e desci. Mas nada dele chegar. Me afastei umm pouco, tentando divisar o carro dele no meio do transito intenso, chegando até o meio-fio. Neste exato momento, vi um carro branco, igual ao dele, me aproximei e foi aí que tudo aconteceu. A porta do carona foi aberta e deu para ver a mão se estender, com incrível rapidez e, como uma garra segurar meu casado e me puxar para dentro do carro. Gritei assustada e senti uma violenta pancada na cabeça e apaguei.
    
    Não sei quanto tempo fiquei desacordada, mas quando acordei com cabeça parecendo partida em duas, deporei um pouco para perceber tudo ao meu redor. Meu Deus!... estava nua, com os pulsos presos por meio de tiras de couro a um travessão, com os pés a alguns palmos do chão, como se fosse uma peça de carne num açougue. Meus braços e ombros, doíam por sustentar o peso de meu corpo. Estava em um cômodo todo revestido por, acho plástico preto, até o teto e o piso. Dois ou três holofotes incendiam o foco em mim. Não vi o meu agressor e nem gritar podia, com uma bola macia em minha boca, presa por fios em volta de minha nuca,. O homem, do modo que ...
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