1. A Raimundinha da Lagoa da Conceição


    Encontro: 14/09/2021, Categorias: Heterossexual Autor: rodf, Fonte: ContoErotico

    A Raimundinha da Lagoa da Conceição
    
    Olá, meu nome é Rogério e estou contando minhas aventuras sexuais. Todas as situações realmente aconteceram. As identidades (inclusive a minha) serão preservadas. Moro em Florianópolis, tenho 50 anos e sou casado.
    
    Cheguei em Florianópolis em 1992, através de um convide profissional. Minha madrinha tinha uma casa na Lagoa da Conceição e quando soube que estava vindo para Floripa, pediu que eu morasse lá. Como ela passava a maior parte do tempo em Porto Alegre, teria sempre alguém cuidando da casa. Dos onze anos que morei lá, acredito que pelo menos 90% do tempo morei completamente sozinho. Imaginem o que aproveitei tendo vinte e poucos anos em uma casa na Lagoa da Conceição nos anos 90?
    
    Essa casa ficava em uma rua muito estreita e sem saída, uma Servidão. Os vizinhos todos se conheciam. Alguns vindos de fora do estado, mas a maioria era de nativos da ilha. Uma dessas famílias de nativos tinha umas cinco irmãs, todas muito parecidas e que carregavam as seguintes características genéticas: morenas, cabelos pretos, todas tinham um corpo bem bonito, todas tinham uma bunda maravilhosa e, infelizmente, todas eram nada bonitas de rosto. Apenas uma das irmãs já era casada. Com o passar do tempo, passei a notar que pelo menos três delas davam mole para mim, uma era até bem explícita. Contudo, além de eu achar complicado alguma investida, por morarem muito perto e não saber as consequências, eu ficava na dúvida porque realmente não eram bonitas de rosto.
    
    O tempo foi passando, a relação com os vizinhos foi sempre ótima. No nosso terreno havia um pé de limão taiti e eu nunca dava conta de consumir o que o limoeiro produzia. Sempre oferecia aos vizinhos, dizendo que se precisassem poderiam bater lá para pegar e se percebessem que eu não estava em casa, poderiam entrar, sem problemas, pois o portão ficava destrancado (coisa inimaginável hoje, mas na década de 90 e naquela rua tranquila era possível).
    
    Passaram-se os anos e já em 2001, eu com 30 para 31 anos, me recuperava psicologicamente de um término de namoro de cinco anos. Estava muito triste na época, me sentia muito sozinho. Certo dia, chegando em casa do trabalho, em uma sexta-feira, ao estacionar o carro na garagem, vi Joana, a filha daquela única das cinco irmãs que era casada, dentro do quintal colhendo limões. Para descrever Joana, imagine em primeiro lugar que era uma fiel representante daquela família, muito feinha de rosto (talvez a mais feinha da família), não devia ter mais de 1m50 de altura, tinha completado 18 anos há pouco, mas a bunda era espetacular (certamente a melhor bunda da família). Ela era pequeninha, bunda grande, durinha, empinada e ela sabia disso pois vivia usando shorts minúsculos com as polpas de fora. Naquele dia, então, vestia uma baby-look, com a barriguinha sarada toda à mostra e um shortinho de malha que quase não cobria nada da bunda. Ao ver aquilo, desci calmamente do carro e dei a volta para conversar com ela mais de ...
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