1. HOME ALONE V - VELHO SAFADO!


    Encontro: 15/09/2021, Categorias: Traição / Corno Oral Heterossexual Autor: O BEM AMADO, Fonte: CasadosContos

    Agripino era um velho cheio de safadeza; jamais perdia uma oportunidade para foder, seja homem, seja mulher …, sempre que tinha um tempo livre e longe da esposa, ele estava caçando uma presa; aprendeu a se valer da internet para arrebanhar incautas e incautos para saciarem seu tesão desmesurado, não poupando quem quer que seja. Era um sátiro, sempre se masturbando, vendo, lendo ou ouvindo sacanagem.
    
    Em um final de semana prolongado que começaria na quinta a noite e se estenderia até a manhã de segunda pela manhã, Agripino ficou exultante ao saber que Corina, sua esposa, decidira viajar com umas amigas para uma cidade do interior, numa espécie de “Clube da Luluzinha da Terceira Idade”; por óbvio ele adorou a ideia de ficar só em casa, e assim que a esposa se foi com as amigas, ele partiu para a caça!
    
    Na noite de quinta-feira, Agripino não tinha muitas opções; ficou navegando pela internet em salas de bate-papo, procurando alguma coisa que lhe desse prazer; em uma das salas, encontrou uma mulher, cujo apelido era “boqueteira”,começaram uma conversa pra lá de safada, até que ele perguntou de onde ela estava falando.
    
    Assim que leu a resposta, seu pau endureceu e enfureceu; a tal “boqueteira” estava bem próxima …, depois de mais algumas tecladas, ele, finalmente, descobriu seu endereço, e ficou surpreso ao descobrir que se tratava de sua nora, Doralice. Imediatamente, ele pegou o celular e ligou para ela.
    
    -Oi, Seu Agripino …, está tudo bem? – perguntou a nora com um tom amável.
    
    -Quer dizer que você adora um boquete, né, safada? – ele respondeu com um tom irônico.
    
    -O que é isso, sogrão? – disse ela com um tom estupefato – De onde você tirou essa ideia?
    
    -Sua putinha! Sou eu na sala de bate-papo! – revelou ele com certo orgulho.
    
    -Olha, seu Agripino, eu posso explicar … – emendou a mulher, sem saber o que dizer.
    
    -Não precisa explicar nada, não! – ele a interrompeu – Vem pra cá agora! E não me enrola, viu …, vai ser melhor pra você!
    
    Agripino desligou o telefone e pôs-se a esperar; afinal, não era todo dia que o sogro ganhava a nora. Do outro lado da linha, Doralice estava em pleno desespero; não sabia o que fazer, e, de qualquer maneira, não poderia negar que a casa caíra de verdade! Sem tempo para pensar em alguma coisa, ela olhou para o relógio e constatou que seu Evilásio, seu marido ainda demoraria a chegar do trabalho; pegou a bolsa e saiu em direção à casa do sogro.
    
    Pouco antes de chegar ao seu destino, ela recebeu uma mensagem de texto em seu celular; era de Agripino. “A porta da frente está aberta e a luz da varanda está apagada. Entre sem fazer barulho”, dizia a mensagem. Com o coração quase saltando pela boca, Doralice viu que seu destino, naquele momento, estava traçado. Assim que entrou, deu com o velhaco sentado na sala …, e ele estava pelado, massageando sua enorme rola com as duas mãos!
    
    -Oi, norinha boqueteira – cumprimentou ele com um tom sarcástico – Tira a roupa e vem aqui mamar o pau do sogrão que tá ...
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