1. Obsessão: Crônicas Incestuosas Pt. I


    Encontro: 18/09/2021, Categorias: Quarentena, gangbang, Primeira Vez / Adolescentes Natureza, Amor scat, mijo, peido, Lembranças, adolescência, Puta chulé, Podolatria, pés, Fetiches Incesto Gay / Homossexual Autor: Gabriel, Fonte: CasadosContos

    OBSESSÃO - CRÔNICAS INCESTUOSAS
    
    Parte I - Quarentena
    
    Esses últimos anos tem sido bem fortes emocionalmente pra mim. Tive vontade de escrever isso antes como uma forma de terapia, mas acho que agora é o momento certo pra fazer isso. Decidi escrever sobre tudo o que tem rolado e intercalar com alguns acontecimentos do passado. Essa também é a primeira vez que escrevo algo e publico, podem criticar, dar conselhos e falar o que acham. Espero que gostem!
    
    Passado a primeira semana da quarentena eu já achava que ia morrer de tesão. Ficava batendo punheta o dia inteiro, até o pau doer. No final do dia o chão do quarto ficava melecado de tanta porra e o quarto ficava impregnado com cheiro de pau. Mas eu queria mesmo era meter até cansar.
    
    No começo de abril minha mãe me ligou avisando que ia me buscar pra passarmos o resto da quarentena na fazenda dos meus avós. Aqui tem alguns chalés espalhados e distantes uns dos outros, que minha avó aluga para turistas, mas com a pandemia ela acabou fechando todos. O chalé onde estamos morando é o mais próximo da casa da minha avó, é bem aconchegante e tem um riacho passando atrás da casa. Os fundos da casa da minha avó dão pra uma cachoeira alta, e dele sai o riacho que vai passando por alguns chalés.
    
    Aqui o meu tesão continuou igual. Ficava esperando minha mãe ir pra minha avó pra começar minha punhetaria. Torcia pra ela ficar por lá bastante tempo. Aproveitava pra nadar pelado no riacho, tomar um sol, fazer exercicíos e intercalava essa rotina com as gozadas.
    
    Alguns dias depois fiquei sabendo que o Samuel, meu irmão, viria também. Fazia muito tempo que não o via, quase um ano. Ele estuda fora e geralmente só vem pras festas de fim de ano. Da última vez que ele veio tive que viajar a trabalho, e acabamos nem nos vendo.
    
    Ele voltou no começo de março, mas estava com receio de ter pego algo no avião, e ficou isolado em um apartamento do meu tio André.
    
    Era bem cedo quando eles chegaram aqui, mas estavam atrasados. Meu tio e o Samuel desceram do carro e nem chegaram perto, só deram um oi de longe. Meus primos estavam juntos, o Felipe como sempre era o mais agitado e brincalhão, o Guilherme mais reservado. O Gui desceu e foi pro banco da frente, onde estava o Sam e permaneceram no carro, mas conversamos um pouco antes de irem embora.
    
    O Samuel é dois anos mais novo que eu, está com 20 anos agora. Ele praticamente não mudou nada desde a última vez que o vi, a diferença é que estava com cabelo um pouco maior e agora tinha uma barba cheia crescendo no rosto, mas ainda ralinha. Ele costumava raspar a barba todo dia por causa do trabalho, o máximo de pelo no rosto que vi foi um bigode farto que tirou depois de um mês.
    
    - E ai Sam? Vai virar lenhador agora é? - Disse rindo pra ele.
    
    - Cansei de ficar raspando toda hora, Biel. Acho que fico gato assim, que você acha? - Ele deu uma piscadinha safada.
    
    - Ah, pra você ficar feio vai ter que esforçar muito. Pode colocar terra na cara que você ainda ...
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