1. [INÉDITO] Na quarentena, no mesmo quarto que meu pai fortão – Parte II


    Encontro: 22/09/2021, Categorias: Massagem, sarado, Bombado, Fetiches Incesto Quarentena, Isolamento, musculoso, Gay / Homossexual , Autor: JDSempre, Fonte: CasadosContos

    *Olá, pessoal! Volto com a continuação deste conto INÉDITO, ainda em construção. Espero que gostem, comentem e contribuam positivamente!
    
    Dei um pulo, assustado, com calor e falta de ar. Mas não tinha ninguém em cima de mim, muito menos meu pai. Olhei para os lados e percebi que não estava tão escuro. E estava no meu colchão, mas sozinho. Aquela cena ardente, confusa e incestuosa havia sido apenas um sonho. No fim, eu tinha dormido de verdade. Desbloqueei meu celular e vi a tela do Twitter meio travada, mas ainda no perfil do vídeo do paizão sendo mamado pelo novinho. “Calma, Davi. Foi só influência disso, da conversa durante o treino, do tesão acumulado...”, justifiquei para mim mesmo. Era pouco mais de 20h. Escutei minha mãe chamando para o jantar. Levantei, limpei meu rosto com lenços umedecidos.
    
    Ao sair do quarto, dei de cara com meu paizão:
    
    - Pegou no sono depois do banho, foi?
    
    - Foi. Você me viu dormindo?
    
    - Aham. Quando eu saí do banho, você tava agarrado no celular, todo arregaçado pelo treino. Acho até que te vi babando quando saí do quarto...
    
    Ele riu, bateu e apertou meu ombro. E se afastou. “Será que ele percebeu que era fingimento? Eu peguei no sono de verdade enquanto ele ainda estava no quarto?”, elucubrei um pouco e respirei fundo o cheiro do seu perfume espalhado pelo corredor.
    
    ...
    
    O jantar foi tranquilo, bem família. Até tia Mariana arriscou tomar umas! Ficamos alegres, conversando muito e relembrando coisas de quando meus avós eram vivos etc. Não demorou para as duas irmãs ficarem com sono e irem para o quarto descansar. O bichano estava insano, fazendo a maior bagunça no sofá. Ficamos papai e eu bebendo mais e rindo das burrices daquele típico gato de apartamento, que se distrai com qualquer coisa.
    
    Senti que estava passando da minha cota de etílico quando reparei no quanto meu pai ficava bonito usando aquela camiseta preta. Não era nem superagarrada, nem folgada. Seu sorriso sempre foi bonito. Mas com aquela barba densa saindo do corte, devido às barbearias fechadas, e na novidade daquele confinamento, no qual confessamos um ao outro o tesão acumulado, seu Átila me pareceu muito, muito atraente.
    
    Achei melhor ir para o quarto. De repente, passei a achá-lo agradável, forte, bonito. Até sonho semierótico como ele eu tinha tido! Meus pensamentos estavam passando dos limites.
    
    - Vou só matar essa lata e colocar mais ração pro bichano, e já vou pra cama também. – respondeu meu pai, quando avisei que ia dormir.
    
    O problema é que, na verdade, eu não estava com um pingo de sono. A bronha do banho e aquele devaneio durante meu cochilo não tinham sido suficientes... “Meu Deus, quanto tesão”, pensei rindo, bêbado, lembrando de um meme.
    
    Já no quarto, tirei a roupa e me olhei no espelho. Meu corpo todo liso – pois posso estar no meio do Apocalipse, que continuo me depilando -, a cueca vermelha cavada, valorizando minha bunda e o pau meia bomba. Sem barba, com tanto fogo, escondendo pornô do meu pai e ...
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