1. DOIS É MELHOR QUE UM! (PARTE FINAL)


    Encontro: 24/09/2021, Categorias: Traição / Corno Incesto Anal Oral Heterossexual Autor: O BEM AMADO, Fonte: CasadosContos

    Finalmente, Celeste podia afirmar que não havia nada que reclamar de sua vida …, principalmente com dois machos à sua disposição; pai e filho alternavam-se em sua vagina sempre que possível. A bem da verdade, ela nutria uma inclinação especial pelo filho, já que podia lhe ensinar tudo que ela queria sentir, mostrando situações que ampliassem o prazer da fêmea, como também outras em que o macho era contemplado.
    
    Sabedora dos riscos de manter uma relação incestuosa com o filho sem que o pai saiba, Celeste preferiu deixar-se levar pelo sabor do momento, fosse ele perigoso ou não; e houve um fim de semana que Samuel teve que ausentar-se para auxiliar alguns parentes que moravam no interior. Ele viajou na tarde de sexta-feira, diretamente do trabalho e Celeste viu uma oportunidade para deleitar-se com o tesão do filho. Foi buscá-lo na saída do estágio e rumaram para uma loja de artigos eróticos que ela frequentava com certa assiduidade.
    
    Neto ficou deslumbrado ao entrar naquele ambiente novo e excitante; olhava tudo com imensa curiosidade, sempre perguntando para a mãe a funcionalidade de alguns itens em que ele deitava mais atenção. Celeste foi até um display e pegou um plug anal feito de cristal com uma joia na ponta externa. Exibiu para o filho cujos olhos brilharam e a curiosidade tomou conta dele. “Pra que serve, mãe?”, ele perguntou, ávido pela resposta.
    
    -Lá em casa, eu te explico – respondeu Celeste, em tom baixo, olhando para os lados.
    
    Terminadas as compras, mãe e filho rumaram de volta para casa; como já era noite, passaram em uma lanchonete para comer alguma coisa. Chegando em casa, Neto disse que precisava de um banho e correu para seu quarto. Celeste deixou as compras em seu quarto, despiu-se e foi ter com o filho. Neto foi surpreendido com sua mãe o abraçando por trás, colando pele com pele.
    
    Esfregaram-se como animais no cio; depois de ensaboarem-se, deixaram que o clima corresse solto; Celeste ajoelhou-se na frente do filho e sem usar as mãos, começou a lamber a glande pulsante apontada para a frente; ela lambeu e depois circulou-a, vez por outra, pressionando sua língua contra a pele úmida e aveludada da chapeleta do filho. Neto acariciava os cabelos da mãe e suspirava, intercalando gemidos longos.
    
    -Porra, mãe! Como você lambe gostoso …, não pára tá? – ele disse com voz embargada.
    
    -Não vou parar, não, seu putinho! – ela respondeu entre lambidas, antes de abrir a boca e começar a agasalhar o mastro dentro dela.
    
    Celeste mamou a rola com imensa dedicação, valendo-se de toda a sua habilidade em proporcionar prazer ao parceiro; engolia até a glande roçar a glote, devolvendo-a babada e repetindo isso muitas e muitas vezes, sempre com uma velocidade crescente. Neto deliciava-se com a boca da mãe. Em dado momento, Celeste interrompeu a mamada, levantou-se e ordenou ao filho: “Agora, é sua vez! Chupa a mamãe, chupa seu putinho!”. O rapaz não perdeu tempo, ficando de joelhos na frente da mãe, alisando a vagina lisa, ...
«1234...»