1. O coroa adestrador


    Encontro: 26/09/2021, Categorias: Gay / Homossexual Autor: osubdesp, Fonte: ContoErotico

    Essa história aconteceu quando eu tinha 18 anos, recém entrado na faculdade e com liberdade para circular pela cidade. Nessa época comecei a trabalhar e me cadastrei no antigo “Disponível.com”, para os mais novos, essa era uma rede social gay, um pré-grindr.
    
    Comecei a teclar com um cara casado, não enviava fotos dele, apenas das transas. Ali comecei a perceber que a pegada mais “hard” me atraia. Em dois dias de conversa marcamos uma transa, ele me encontraria em uma estação de trem da região metropolitana de São Paulo. Iríamos a um motel (minha primeira vez no motel) e ele me deixaria mais próximo de casa.
    
    Saí da faculdade e fui ao seu encontro. Justamente naquele dia o clima estava louco, o tempo fechou. Ele me avisou onde estava, foi o tempo de entrar no carro e a chuva desabar. Eis que olho pro lado e tem um coroa que nunca pensaria em ficar, pois até aquele momento não sentia atração naquele perfil. Ele percebeu minha leve decepção, mas tinha a vantagem da chuva forte, afinal, garoou e tudo para. Ele olhou e disse bem sério:
    
    - Vou dizer as opções que você tem. Não irei te forçar a nada. Se quiser te levo embora e vida que segue, mas se você me der uma chance irá sair do quarto transformado, vai deixar de ser macho e virar puta, vai implorar pra te fuderem. E acredite, você nunca mais vai me esquecer.
    
    Não sei o que aconteceu comigo, sabia que era isso que eu sempre quis. Só coloquei o cinto de segurança e falei “Se eu não aguentar, você vai respeitar, heim!”... Sim, fui ingênuo acreditando nisso.
    
    Chegando no motel ele disse que não gostava que passassem cheque, foi me ajudar a fazer a chuca. Só que em determinado momento ele socou em mim, felizmente eram uns 15 cm. Senti ele mijando no meu cu. Fui questionar, só ouvi “Estou marcando território, cachorro marca a cadela”. Dei risadas, mas levei um tapa na bunda. “Pela gracinha irá andar como cadela, só quero você de quatro”. Foi nesse momento que tive dimensão do que estava acontecendo, o que já havia visto em vídeos estava se tornando real.
    
    Ele disse pra soltar o mijo, tomar o banho, e esperar no banheiro. Passados uns minutos ele volta com uma coleira de cachorro, daquelas bem vagabundas mesmo. Entendi o recado, fiquei de quatro, fui encoleirado e andei pra cama.
    
    Nesse momento ele começou a explorar meu corpo e fez com que eu fizesse o mesmo com ele. Descobri ali que tenho tesão por pés e axilas. Dei de quatro, de frango, de bruços. Naquelas duas horas apanhei, tive o mamilo apertado, tomei porra na boca, tive que lamber porra do chão. Estava rompendo minhas primeiras barreiras do sexo, morrendo de vontade de gozar, mas ele disse que só me permitiria gozar no final, pro meu tesão não acabar. Até então eu não sabia que aguentava dar depois de gozar.
    
    No meio da pegação sou levado para o box e recebe minha primeira chuva dourada na boca. Não engoli nada, mas tudo caia em minha boca antes de ir para o ralo. Confesso que não gostei, mas aceitei, como manda minha função. Ele ...
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