1. Meu amigo pagou a dívida dando o cu pra mim


    Encontro: 13/10/2021, Categorias: Gay / Homossexual Autor: escritorhot, Fonte: ContoErotico

    Para quem não me conhece, vou me apresentar. Tenho 25 anos. Sou bastante branco e alto. Sou forte e tenho um corpo bonito, pois treino bastante. A história que vou narrar hoje aconteceu neste ano.
    
    Na época da faculdade, fiz amizade com um rapaz que vou chamar de Bernardo pra preservar a identidade dele. Quando o curso acabou, continuamos amigos, e ele resolveu entrar no mestrado. Perto do fim do curso, ele se viu apertado para entregar a dissertação e me pediu ajuda. Quem já estudou num mestrado sabe que uma dissertação é um trabalho com dezenas de páginas e que exige muita pesquisa. Eu não queria me comprometer porque não tinha muita afinidade com o tema. Mas ele insistiu tanto que acabei aceitando.
    
    A proposta que ele fez para me nocautear foi a seguinte: “Faça o trabalho pra mim, e eu te dou o que você quiser”. Na hora, é claro, eu já pensei em sacanagem. Enfim, aceitei o combinado e volta e meia jogava uma piadinha sobre o que eu poderia exigir pelo trabalho. Meses depois, ele apresentou a dissertação, conseguiu uma boa nota e me chamou para comemorar.
    
    Como ele tomava conta de um bar num clube da cidade, a confraternização seria lá. Era sábado. A festa começou no meio da manhã. Por volta de umas 10 horas. Não tinha muita gente (por conta da pandemia), mas estava muito animado. As primas dele tomavam banho de piscina, e os pais saboreavam cerveja e petiscos.
    
    Quando deu umas 16 horas, os pais dele foram embora, mas as primas continuavam na água. Impaciente com a demora para a farra acabar, a gerente do clube pediu que meu amigo fechasse o local quando a “bagunça” acabasse. Bernardo pegou a chave e começou a arrumar as coisas. As primas dele, já bêbadas, resolveram finalmente ir embora também. E aí ficamos só eu e ele. Como eu não bebo, eu era a única pessoa lúcida para ajudá-lo a botar tudo em ordem. Se a gerente chegasse na segunda-feira e encontrasse uma cadeira fora do lugar, viraria uma fera.
    
    Terminamos a arrumação por volta das 18 horas. E, como entre um afazer e outro, ele bebericava um vinho, ficou soltinho e começou a fazer as gracinhas dele. O clube ficava afastado das casas e, naquele horário, não tinha mais ninguém ali. Resolvi, então, juntar o útil ao agradável. Quando ele passou perto de mim para jogar uma lata no lixo, agarrei-o pela cintura e lasquei um beijaço na boca dele. Nunca tinha beijado ninguém que usasse aparelho nos dentes. Ele foi o primeiro. E confesso que gostei. Notei muita entrega no beijo. Assim que comecei a beijá-lo, ele já foi pegando no meu pau, apalpando-o por cima do short. Sentei-me na mesa de sinuca, e ele, sem cerimônia, puxou meu cacete para fora e começou a sugá-lo lentamente. Alternava lambidas e sucções. Passava a língua da cabeça ao saco e me deixava maluco. Eu segurava o rosto dele e o afundava entre as pernas.
    
    A certa altura, os movimentos foram se intensificando. Ele fazia questão de olhar nos meus olhos. Eu só fazia caras e bocas e pedia pra ele não parar. Notei que ele começou a ...
«12»