1. Sentei no colo do padrinho por acaso e tomei na precheca


    Encontro: 14/10/2021, Categorias: Incesto Autor: lawren12, Fonte: ContoErotico

    Quando terminei meu nono a escola promoveu uma formatura de turma e cada formando devia entrar com um paraninfo. O motorista do ônibus fez as contas e avisou que nesse dia a viagem seria de vam e cada pessoa só podia levar 1 convidado. Eu escolhi meu padrinho como paraninfo, apesar da minha mãe reclamar dizendo que deveria ser meu pai, pois assim teria alguém da família na formatura.
    
    Chegou o tão aguardado dia de formatura. Tudo correu normal: saímos cedo, chegamos cedo, fizemos a formatura, teve o baile de dança com os paraninfos em que eu dancei com meu padrinho, e lá pelas 10 entramos na vam para voltarmos pra casa. Como eu era uma das últimas a descer, corri pra sentar nos fundos, e nisso continuou entrando mais gente até que um conhecido entrou olhando pro pessoal e dizendo:
    
    __alguém vai ter que sentar no colo de alguém pois não vai caber todo mundo aqui.
    
    No banco da frente a Jussara sentou no colo da tia dela. Mas gente de roça é incrível: não avisa que vai pra cidade antes e depois quer voltar todo mundo no mesmo carro, e nisso apareceu outra pessoa pedindo espaço pra sentar e precisou do motorista pedir pro pessoal:
    
    __gente será que alguém pode ir no colo pra dar mais espaço pro seu Júlio sentar?
    
    Ninguém se mexeu do lugar. Então, tentando colaborar me levantei e sentei no colo do meu padrinho. Uns dois minutos depois o motorista ligou a vam, desligou as luzes e arrancou o carro pra nos levar. Na primeira curva pra chegar no asfalto o movimento do carro fez meu corpo rebolar de modo que o vestido se enfiou todinho em meu rego empurrando a calcinha junto. Quando o carro realmente entrou no asfalto e tudo ficou escuro, suspendi meu corpo de leve, tirei o vestido do meu reguinho, puxei a parte do vestido de trás. Assim com a saia rodada jogada pra trás eu fiquei com minha calcinha tendo contato direto com o colo do meu padrinho, mas na hora eu não maliciei nada, apenas pensei que não queria ela entrando no meu reguinho de novo.
    
    Eram 12 km de asfalto pra entrar na estrada de chão. Quando terminou o asfalto que o carro virou e entrou na estrada de chão, o movimento me fez rebolar de novo, e em dois solavancos meu corpo desceu e senti um volume da bengalona do padrinho entrando na minha bunda e voltando a me deixar com a calcinha socada no rego. Só nessa hora me lembrei da história de que meu padrinho não usava cueca, de qualquer forma eu já estava no colo dele e não tinha como me levantar pois estava bem apertado no banco de trás, e agora que a viagem ia começar, pois faltavam ainda 56 km de chão. Cada vez que o carro passava num buraco ou dava um solavanco meu corpo rebolava e minha bunda roçava no cacete do meu padrinho que logo após sair do asfalto endureceu e ficou duro praticamente pelo resto da viagem. Apesar disso, eu não tinha desconfiança de que meu padrinho quisesse me comer, pois eu era moça feita e ele nunca tinha mexido comigo, embora eu também nunca tivesse sido audaciosa de sentar no colo dele.
    
    Mas, 8 km ...
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