1. Broderagem descontrolada


    Encontro: 17/11/2021, Categorias: rimjob, CUZINHO, Oral Sexo, inocente, descobertas, Amigos Brotheragem, broderagem, Mão Amiga, troca troca, Gay / Homossexual Autor: H Bi, Fonte: CasadosContos

    Eu e o Guilherme éramos amigos de infância e colegas de aula até os catorze anos. Depois tive que trocar de turno pra tarde e não dividíamos mais a sala de aula, mas quase todo o final de semana um dormia na casa do outro. Nossas famílias eram vizinhas. Nós fomos amigos inseparáveis desde sempre e claro, dividíamos nossas descobertas. Foi ele que “descobriu” a punheta e me contou aos catorze e desde então, um ensinava os truques para o outro. Ele me contou que dormia em cima da mão, pra não sentir que a mão era a dele quando pegava no pau. Um tempo depois ele disse que conseguiu, não sei como, chupar a cabeça do seu próprio pau. Aos dezesseis, quando não éramos mais colegas, fui dormir na casa dele e a luz faltou logo cedo e ficamos horas na rua andando de bicicleta e quando voltamos pra casa dele, a luz ainda não tinha vindo. Tive que tomar um banho super gelado e ele também. A minha cama, na casa dele, era um monte de cobertores no chão mesmo, e a dele era de solteiro. Enquanto teve luz a gente fez todo o tipo de brincadeira tosca, até queda de braço. Depois ficamos sentados no completo escuro, no chão, onde estava o “colchão” que eu dormiria. Foi o Guilherme que disse”
    
    – Tô sentado na minha mão faz uns 3 minutos.
    
    – Pra que?
    
    – Já te disse uma vez. Parece que é a mão de outra pessoa no pau.
    
    Ficou um silêncio, e ele disse:
    
    – Tá batendo também?
    
    – Eu não.
    
    – Se eu bater pra ti e tu bater pra mim? – Falou sussurrando.
    
    Levei um tempo pra pensar e antes de responder, senti a mão dele tateando minha bermuda. Eu baixei ela e tirei a cueca, e meu pau cresceu na hora. Não sei se foi procurando ou por queria, mas antes de segurar meu pau, a mão dele deslizou na minha barriga, depois nas bolas e depois pegou o pau. Ninguém disse nada. Ele pegou a minha mão e largou em cima do pau dele e imitei tudo o que ele fez, se ele ia pra cima, eu ia pra cima, se ele ia pra baixo, eu ia pra baixo. Não sei quanto tempo depois, ele começou a acelerar e eu também até que senti lentamente um jato quente escorrer pela minha mão e assim que senti, gozei tão forte que o jato foi até o meu pescoço, com mais alguns menores que empoçaram no umbigo. Soltei o pau dele e ele soltou o meu.
    
    – Cara! É melhor assim do que sozinho.
    
    Fiquei quieto, mas não dava pra discordar. No dia seguinte, Guilherme me contou que uma vez se masturbando, colocou o dedo do meio no cuzinho e gozou sem usar as mãos. Eu duvidei e ele disse pra eu tentar e eu disse que nunca tentaria. O que era mentira, fiquei curioso e não quis dizer. Passaram alguns meses e eu continuava indo lá e ele na minha casa, mas aquela mão amiga não tinha acontecido mais, até que no forte do verão, naqueles dias opressores, faltou luz novamente na casa dele. Imediatamente eu lembrei da punheta, mas não falei nada. Nem ele. Até a hora de dormir, o assunto não veio a tona. Eu deitei de cueca, de costas pra cama dele, com um ventilador a todo o vapor. De repente eu ouvi a voz dele, mais perto que o normal ...
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