1. Como se cria uma bebedora de porra…


    Encontro: 25/11/2021, Categorias: engole ou cospe, Jogo da Poltrona, Iniciação, Virgem ficante, colega, Primeira Vez / Adolescentes Masturbação Oral Heterossexual Autor: Quem conta um conto aumenta um ponto, Fonte: CasadosContos

    Antes do Carlos, Emily era uma adolescente típica do ensino médio, cheia de vontade por novas experiências mas sem coragem para praticá-las. Era bonita de rosto, com olhos castanhos grandes, bem expressivos, tinha jeito de moleca e corpinho magrinho, atraente pelo jeito faceiro, barriguinha zero e bumbum redondinho. Tinha opções entre os meninos, mas não a que mais desejava: apesar de ter despertado com os dedos um fogo até então desconhecido nela, Carlos era ficante de sua melhor amiga, portanto não era certo investir nele.
    
    Foi essa a sorte do Cléber, cachorrinho… digo, vizinho da garota, que, graças ao súbito ataque de um monstro alado no quarto dela, ganhou de presente uma oportunidade divina com a menina, e explorou com muito desejo o corpo da ninfetinha.
    
    Dali para frente, sempre que tinha uma oportunidade, Emy o convidava pra lhe “fazer companhia” nas tardes solitárias pós aula, nem sempre rolava, já que Cléber trabalhava na loja de informática do pai, mas foram ajustando os dias no que ela fazia questão de usar shorts cada vez menores e blusas cada vez mais leves, ocasionalmente até mesmo sem sutiã e constantemente com as polpas do bumbum de fora, pra apimentar seus joguinhos no sofá da sala. Ah, e quando “brincavam” eram MUITOS amassos, línguas e beijos que deixavam sua boceta LOUCA por atenção… e só, ACREDITAM? Haja siririca, às vezes dava até pena do seu pobre grelinho, tão maltratado...
    
    MAAS, se ele nada fazia, quem sabe outro, hein? Nesse meio tempo, as farras na casa do Carlos continuavam, às vezes com direito a participações especiais, como quando ele trouxe uns amigos do antigo colégio, um grupinho que curtia bem mais que baseado e vodca. Dentre eles, havia um bem jeitosinho em quem Emy chegou, após algumas tragadas, para descobrir que não era só a erva deles que era boa, mas a pegada também.
    
    Faltando menos de meia hora pro horário combinado de estar em casa, a tentação foi mais forte e os dois terminaram num quartinho dos fundos que servia de depósito, escondido por um corredor tão estreito que tiveram de ir um na frente do outro, rendendo algumas apalpadas promissoras no bumbum da menina. Lá dentro, o rapaz acendeu a luz e vocês não imaginam o sorriso dele! Basta dizer que até Emy ficou envergonhada:
    
    -Shhh! Não fala nada- ela pediu -Só aproveita- nem bem terminou de falar, Emy se viu prensada contra a parede num beijo quente cheio de mãos bobas que logo lhe levantaram a blusa, puxando o sutiã pro lado, apenas o bastante para que seu novo amigo pudesse chupar seus peitos, enchendo as mãos em sua bundinha, uma pegada firme que tentava abri-la o máximo que as calças permitiam -Isso, gato, sei que é isso que cê queria.
    
    Nossa, ele era melhor que o Cléber mesmo: foi uma coisa de louco, tão súbita, tão de repente, tão forte… e do nada, lá estava a pica dele de fora, duríssima, apertada entre seus dedinhos de ninfeta virgem. Não era a primeira em que pegava, essa sorte tinha ficado para algum gatinho numa balada ...
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