1. a filha do coronel é um demonio


    Encontro: 23/09/2021, Categorias: Fetiches Seus Contos Autor: herege, Fonte: Contos-Eroticos.xyz

    Mil oitocentos e setenta e cinco , o engenho mundo novo, vivia o auge da cana de açúcar, coronel Mathias, cada vez mais  prosperava, graças aos trabalhos escravos.
     homem duro e cruel sentia um prazer imenso de humilhar e castigar aqueles que eram seus comandados sagaz e audacioso ele conseguia controlar uma leva de homens e mulheres.
    Graças a dar poderes e privilégios, a alguns negros para que estes controlassem, os outros, seus capitães do mato e feitores eram tirados inteligentemente dos próprios escravos.
    
     Ele os escolhia a dedo oferecendo vantagens, e poder  e muitos se aliavam a ele.
     A  esposa sinhá Teresa, tinha ao seu dispor, para cuidar da casa grande, várias  aias,  senhoras mais idosas que cuidavam da lida diária , a única filha , sinhazinha Carolina, era paparicada por todos e sempre fora cuidada pela nega Luda e tinha sempre a proteção do velho zulu fiel cão de guarda do coronel ,que cuidava da segurança da sinhazinha Carol.
    Zulu um negro enorme, de quase dois metros de altura, temido e respeitado por todos apesar dos seus quase setenta anos de idade que sempre fora o favorito do coronel, por sua audácia, e coragem e lealdade,  e  ainda lhe prestava relevantes serviços . 
    A bela sinhazinha estava a um ano na capital realizando seus estudos e agora retornava nas férias de fim de ano deixando a casa grande em festa para comemorar sua volta e festejar seus quinze anos no final de dezembro.
    Carolina  crescera muito neste ano de ausência e voltou toda pomposa com seus cabelos amendoados os pequenos seios despontando , como dois pêssegos apetitosos, e seu corpo de menina estava se transformando numa encantadora donzela de rara beleza , cuja pele era de uma brancura imensa que destacava seus olhos azuis num rostinho marcado por pequenas sardas que lhe davam ainda mais charme .
    Como outrora, Zulu continuava sendo seu protetor, cuidando da sinhazinha, por onde ela fosse.
     Enfim chegou o grande dia a casa grande, estava  em polvorosa, convidados iam chegando de todos os cantos para a festança dos quinze anos de Carolina.
     foi um dia inesquecível,  a comida farta, os licores e vinhos portugueses,   mesmo a cachaça  neste dia foi servida a vontade até  mesmo para os escravos , a noite o grande baile onde sinhazinha dançou com um vestido de gala a valsa com o pai coronel Mathias sobre os olhares encantado de todos os presentes.
     Quando finalmente o ultimo convidado deixou o engenho fazenda da família, já era madrugada alta . 
    Carol saiu furtivamente da casa grande, pulando a janela do seu quarto , o velho Zulu. já estava a postos,  a  espera da sinhazinha que combinara com ele pois desejava tomar um banho no açude sobre a luz do luar. Contornando a senzala para não serem notados pelos vigias , eles pegaram a trilha para  o açude , com uma camisolinha rendada a sinhazinha fazia o caminho nos ombros do velho escravo.
    Completamente nua, ela nadava como uma sereia, sobre o olhar atento do velho zulu, que sentado sobre a enorme pedra, ...
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